sexta-feira, 28 de junho de 2013

Copa das Confederações: Brasil 2 X 1 Uruguai

Bem, na tarde do dia 26 de junho, no Estádio Governador Magalhães Pinto, em Belo Horizonte, se viu uma mostra do patriotismo brasileiro. Quando, a pedido da FIFA, o hino nacional não foi tocado inteiro. E o público, fiel à frase “sorria, você está sendo filmado”, cantou o que faltava dele.
Ademais, o Uruguai entrou com a seguinte missão: atacar com o menor número possível de jogadores e deixar o resto no campo de defesa. A fim de conter a principal característica da escola brasileira de futebol: o contra-ataque rápido.
Assim, indo até o minuto 12. Quando, o feitor de Balotelli, David Luiz cometeu um pênalti em Lugano. Uma penalidade que Forlán cobrou com a disposição de quem golpeia os glúteos da própria mãe. E que, por isso, Júlio César – que trajava o uniforme da seleção do inferno – defendeu. Depois, no minuto 41, Fred abriu o placar.
Todavia, no minuto 3, da segunda etapa, Cavani empatou. Assim, transformando o jogo em um embate entre a realidade do futebol uruguaio e a enganação do futebol brasileiro. Em que Neymar – que, só casa das “nega” dele, é o melhor da seleção – fez o que sabe fazer: dar saltos acrobáticos. Bastando que um adversário o olhasse torto, para que ele se jogasse ao chão, como um veado ao ser atropelado por um utilitário. E que só serviu para, no minuto 41, em uma cobrança de escanteio, passar a bola para Paulinho – o volante do Corinthians, campeão invicto da Libertadores de 2012 – fechar o placar.
Relegando, por ora, as vaias à Dilma Rousseff. Que deveria ser grata, por isso. Já que esse é o único prazer que ela pode proporcionar a qualquer burguês.




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